Até quando Paraisópolis vai esperar para acelerar sua urbanização, prefeito Doria?

As obras de urbanização mudaram muito a vida das pessoas que moram em Paraisópolis.  Afinal, foram décadas de descaso completo do poder público. Mas o que foi feito, como a construção de escolas, moradias, creches e etc, não chega nem perto de resolver os nossos problemas. 

Paraisópolis exige a urbanização Já!
 
As obras de urbanização mudaram muito a vida das pessoas que moram em Paraisópolis.  Afinal, foram décadas de descaso completo do poder público. Mas o que foi feito, como a construção de escolas, moradias, creches e etc, não chega nem perto de resolver os nossos problemas. 

Exatamente por isso, o projeto de urbanização, feito por muitas mãos e assumido como compromisso pela Prefeitura durante a gestão de Gilberto Kassab, previa uma quantidade muito maior de obras do que as efetivamente feitas. Para cada obra do projeto feita, três estão paralisadas ou nunca foram iniciadas.

O último prefeito, Fernando Haddad, rasgou esse compromisso, e colocou no lixo todos os projetos previstos pela urbanização, a exemplo do Parque Paraisópolis, da Escola de Música, do Hospital e, principalmente, da construção de moradias. Pela primeira vez, um prefeito terminou a sua gestão sem construir uma única moradia em nossa comunidade. 

Nesse momento, queremos saber qual será o compromisso que o novo prefeito terá com a urbanização em Paraisópolis. Na visita que fez à comunidade durante a campanha eleitoral, João Dória se comprometeu a retomar as obras. Mas apesar de prometer acelerar as coisas na prefeitura, a verdade é que a gestão Dória, até o momento, se parece muito com a de Haddad no que diz respeito à Paraisópolis.  

Vivemos a maior crise da história. Os que tem menos dinheiro, são os que sofrem mais. Não está fácil conseguir emprego ou qualquer forma de renda, e por isso, precisamos mais do que nunca dos serviços públicos. Faltam médicos, o ônibus está caro e não se constroem mais moradias. Somos uma grande comunidade, cheia de problemas, e por isso a luta vai crescer muito.

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