Novembro Azul: negros e homens com histórico familiar de câncer de próstata devem começar a prevenção mais cedo

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O câncer de próstata – condição que atinge uma glândula que só os homens têm e que fica na parte baixa do abdômen – é a segunda doença que mais mata no mundo e o segundo câncer mais comum entre os homens no Brasil, de acordo com o INCA (Instituto Nacional do Câncer).

O assunto, que ainda é tabu, vem à tona todo mês de novembro para lembrar a importância da prevenção e detecção precoce do câncer de próstata. De acordo com especialistas, ainda existe um certo preconceito por boa parte dos homens em realizar um dos principais exames para um diagnóstico mais preciso da doença: o “temido” exame de toque retal.

Números alertam para diagnóstico precoce
Só neste ano, de acordo com o INCA, são esperados quase 62 mil novos casos de câncer de próstata no Brasil, reforçando a importância do diagnóstico precoce. A estimativa para 2016/2017 é ainda mais assustadora: 420 mil novos casos de câncer no país. Já excluídos os de pele, a porcentagem dos mais frequentes em homens são os de próstata (28,6%), pulmão (8,1%) e intestino (7,8%).

A recomendação da Sociedade Brasileira de Urologia é que a partir dos 50 anos os homens façam exames preventivos, todo ano, de sangue e de toque. Os negros e os que têm pais, irmãos ou tios sanguíneos com a doença devem fazer mais cedo, a partir dos 45 anos. A etnia negra tem 1,6 vezes mais chances de ter câncer e os que têm parentesco, 2 a 3 vezes mais que os homens em geral.

O maior foco da campanha é no Câncer de Próstata, cuja estimativa de novos casos registrados no Brasil é de quase 62 mil este ano.

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Autor

Francisca Rodrigues é jornalista, repórter do jornal Espaço do Povo, apresentadora do programa Meia Prosa (Rádio Nova Paraisópolis, 87.5FM) e assessora de comunicação do Luau Paraisópolis.

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