Julia Drezza | Consumo: até que ponto é necessidade?

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Trocar de carro ou celular, comprar a desejada bolsa ou não resistir àquela blusinha da vitrine e levar logo uma de cada cor. Até que ponto essas atitudes podem ser consideradas um hábito por necessidade?

O ato de comprar pode ser  interpretado por nosso cérebro como algo que traz um alívio ou prazer, como se fosse uma “recompensa”, porém, é apenas uma sensação momentânea que pode gerar um impacto grande nas finanças pessoais.

Uma das principais justificativas das compras por impulso são as promoções, por isso, uma das recomendações é refletir a real necessidade da compra e se possível, deixar para comprar em um segundo momento, para evitar a compra por impulso.

Os pequenos gastos com besteiras também podem impactar no seu orçamento sem você perceber como, por exemplo, a compra de doces todos os dias na padaria. Se eles custarem R$2,00, no final de um mês você terá um gasto de R$60,00 e em um ano de R$720,00.

E ai? Como anda seu comportamento de compra? Tem oportunidade de redução de gastos?

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Autor

Gerente de sustentabilidade do Cartão Nova Paraisópolis e coordenadora do programa de educação financeira na comunidade Paraisópolis

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