E se tirassem os títulos, o que de fato sobraria?

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Tenho observado o quanto – por muitas vezes – buscamos a aceitação e o estar inserido por meio dos títulos. Quando cito “títulos” remeto a posições hierárquicas no mundo dos negócios, tudo o que norteia o “ter” do que o “ser”. Hoje, parece que você só tem valor se possuir alguns deles. Perde-se, cada vez mais, a importância do que realmente nos diferencia.

A vaidade e a necessidade de auto aceitação, nos torna dependentes e nos comanda. E a ausência dessa aprovação, nos adoece. A essência fica na solidão quando os holofotes,o status, a platéia desaparece. Nos perdemos de nós mesmos.

Isso tudo nos aprisiona, nos faz reféns. Em certos momentos da vida, ela nos testa, nos coloca a prova. E muitas vezes quando isso ocorre, nos vemos perdidos, quase que num breu.

Pare tudo!

Reflita sobre o que você representa quando os títulos já não estão mais evidentes. Quer um exemplo: Quando não estamos atuando no trabalho tradicional – assalariado! É como se fossemos desconectados, “desinseridos”, desligados. Já se sentiu assim?

Existe uma especial oportunidade nesse momento:

Experimente a liberdade de que o “ser que é” apareça mais do que os títulos que a sociedade – e a gente também – acredita ter mais relevância do que somos de fato.

Almeje ser lembrado pelo legado deixado, pelo que produziu no outro, pois isso é o que realmente importa e nos faz seres especiais.

Opte por novas plantações em novos solos – os de casa, por exemplo, pois às vezes os vemos como distantes e até estranhos. Plante experiências verdadeiras: olho no olho, abraço completo, uma palavra que transforma, uma verdade que ensina, um ser que revitaliza!

O holofote mundano é passageiro.

Desligue o piloto automático e olhe para você, primeiro para o que esta dentro.

Jogue as fichas que depositaria à espera da auto afirmação do outro na sua auto aceitação. Invista em você, sentirá um rendimento absurdo…

A aprovação do outro é instantânea, imagine se a nossa expectativa for absoluta? Um perigoooo!

Surpreenda-se!

Treine corresponder as suas próprias expectativas, indiretamente, atingiremos a do outro de forma natural e, se isso não ocorrer, tudo bem! Quando nos sentimos completos, em paz, leves, transpiramos harmonia, cortesia, graça e suavidade.

O mundo precisa disso, do que é leve e genuíno!

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Autor

É uma entusiasta do Turismo de Aventura e encantada pela Natureza. Atuou no Teatro. Conectada com a arte em suas diversas manifestações. Fã declarada de aeroportos e suas ricas conexões. Profissional do segmento de turismo, empreendedora, mentora e tem como Mestria o Ato de aconselhar.

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