Divã Virtual

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Tenho a impressão que depositamos a responsabilidade de sermos compreendidos no ambiente Online das Redes Sociais.

Poderia intitular de: Plataforma das Lamentações, Auto Piedade Virtual, etc…

Nos vitimizamos, buscando: Holofotes, audiência, ibope, aceitação, afago, compreensão, ou por algum outro motivo.

E nos tornamos vulneráveis à: Críticas, bombardeios, anonimato (sim, anonimato) e abandono.

Transferimos às nossas fragilidades, ataques, justificativas, aprovação para a vida – também real – porém, não presencial. [Tudo que friso aqui são os excessos, afinal, redes sociais são para interação, não é verdade?!]

Eu tenho uma regra. Quando sinto que estou excedendo em algo, se não for possível me policiar de forma voluntária, me coloco de castigo.

Ex.: Já desativei minha conta por 1 mês de uma mídia social. Sim, já fiz isso algumas vezes (risos).

Isso me serviu para ‘N’ coisas, como descobrir que:

  • Sobrevivo fora das mídias sociais;
  • O excesso mostra faltas;
  • A ponderação é possível;
  • Reavaliar o que lanço ao mundo;
  • Nem tudo precisa ser exposto;
  • Indiretas nunca atingem o alvo, não resolve o problema na raiz e ainda desencadeia dúvidas nos arredores.

Quem já não leu, pelo menos uma  vez a frase: “Eu sou responsável pelo que falo, não pelo que você entende?”

Falha de comunicação? Grosseria? Falta de tato? Qual seria sua resposta para essa “afirmação”? Reflita.

Cada um é dono do seu mouse. A responsabilidade é individual. A exposição não limita os julgamentos, não é verdade.

Se isso é indiferente para você, tudo bem. O problema esta quando não é.

O que fazer com o que desova de uma relação virtual em crise?

Esta é a questão!

Espaço Produtivo:

  •  Tarefa:

 #Revisite suas postagens do último mês.

O que você tem postado nas últimas semanas?

Como você se avalia diante da releitura do que escreveu?

Você de hoje, está diferente de você de um  mês atrás – digo em relação às emoções?

O que escreveu que, hoje, não escreveria? (Adoraria ler essas respostas)

  •  Curiosidade:

Você sabia que o hábito de Reclamar desliga algumas sensações do cérebro? Sendo assim, quanto mais se reclama, “menos inteligentes” ficamos.

(Fonte: Palestrante Patrícia Lages)

  •  Indagação Final

 Qual mensagem você quer passar para o mundo?

Até o próximo texto!

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Autor

É uma entusiasta do Turismo de Aventura e encantada pela Natureza. Atuou no Teatro. Conectada com a arte em suas diversas manifestações. Fã declarada de aeroportos e suas ricas conexões. Profissional do segmento de turismo, empreendedora, mentora e tem como Mestria o Ato de aconselhar.

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