Cristina Josefa| A parte de um par

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Já ouviu dizer sobre as pedras se encontrarem? E que isso independe da distância geográfica e circunstâncias? Quando elas têm que se achar, “nada e ninguém” impede.
Não é conto de fadas, é realidade! Muitas histórias, de grandes amores – de vida, de alma – começaram assim!
Então, subtende-se que a opção de bater a cabeça e viver se esfolando por aí é nossa, e não do “cupido”!

Dica 1: Poupe-se! Busque o olhar para dentro, para que você seja para o outro – hoje ou quando chegar – uma metade consciente de si, que se entende e se ama.

O retrô que ainda causa suspiros

Quer surpresa mais charmosa do que receber flores? E para melhorar, e se a forma como elas forem recebidas for surpreendente?
Quer reatar, selar, reconquistar, revelar? Experimente essa estratégia.

Dica 2: Abuse da criatividade, o dia já tem essa atmosfera à seu favor!

Matemática que não bate

Amor bom de receber é aquele que não asfixia, que estimula o voo, que respeita a individualidade, que entende que o outro está sujeito a erros – tanto quanto a gente também está -, que pede desculpas, que se esforça para ser cada vez melhor, que compartilha-divide-multiplica. Esse mesmo amor, entende que as pessoas são mutáveis e que pessoas não são exatas.
Mesmo nessa matemática que não bate, de 2 que se transforma em 1, mas que são 2, existe as digitais que são únicas e elas necessitam também de um percentual de voo livre.

Dica 3: O seu amor, para amar melhor, precisa dele primeiro!

E para fechar: Defendo o amor livre, que ama de qualquer lugar, em qualquer circunstância.
Amor que te toma por inteiro, de janeiro a janeiro!

Viva o amor!

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Autor

É uma entusiasta do Turismo de Aventura e encantada pela Natureza. Atuou no Teatro. Conectada com a arte em suas diversas manifestações. Fã declarada de aeroportos e suas ricas conexões. Profissional do segmento de turismo, empreendedora, mentora e tem como Mestria o Ato de aconselhar.

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